ESTUDOS
:: Crescendo no Espírito ::
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Namoro, Noivado e Casamento Cristão::
:: O Ser Humano Segundo a Bíblia ::

:: Os Atributos de Deus ::
:: Temor a Deus ::
:: Uma Vida de Vitória ::

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ESTUDOS


:: Crescendo no Espírito ::

Podemos definir o termo “crescimento” como ato ou efeito de crescer. A palavra crescer fala de aumentar em volume, grandeza ou extensão. Aumentar em estatura ou altura. Aumentar em intensidade, força ou ímpeto. Aumentar em duração. Aumentar em número ou quantidade; multiplicar. Tornar-se mais longo. Nascer e desenvolver-se.
Assim, crescimento espiritual é algo que precisa acontecer na vida do cristão. Este crescimento espiritual tem que ser algo natural.

Textos bíblicos que falam de crescimento:

- “Antes, crescei...” – II Pedro 3:18.
- “Desejai ardentemente...” – I Pedro 2:2
- “Seguindo a verdade em amor, cresçamos...” – Efésios 4:15.
- “A vereda do justo...” – Provérbios 4:18.
- “Prosseguir em conhecer...” – Oséias 6:3
- “Esquecendo-me...” – Filipenses 3:13.

Observe que para o apóstolo Paulo o que importava era avançar – ele estava determinado a crescer mais e mais.
Quando lemos o texto de Oséias devemos entender que o “conhecer” não deve se resumir em possuir informações a respeito, mas ter intimidade que se evidencia na adoração, no estilo de vida e na lealdade a Deus.
Para crescer na vida espiritual o cristão precisa buscar experiências em Deus. Através das experiências com o agir de Deus em nossa vida, experimentamos crescimento. Em todas as áreas da vida a experiência é muito importante. Não se vive apenas de teoria.

Alguns textos que falam em experiências com Deus:

- “Provai e vede...” Salmos 34:8;
- “Fazei prova de mim...” Malaquias 3:10 e Mateus 7:8;
- “Aquele que me busca...” Jeremias 29:13.
- “Clama a mim...” Jeremias 33:3.

Outra coisa que o crente precisa fazer neste processo de buscar crescimento para sua vida espiritual é fazer “morrer” o seu “eu”.

Textos que falam sobre o assunto

- Em João 3:30 vemos que é necessário que “Cristo cresça em nós”.
- João l5:5 fala que precisamos de Cristo pois “sem Ele nada podemos”.
- Mateus l6:24 convida-nos a renunciarmos a nós mesmos.

Precisamos avançar. Para nós o que importa é crescer. Aquilo ou aqueles que não crescem, naturalmente atrofiam! Atrofiado lembra algo decadente, debilitado, enfraquecido e que não se desenvolveu. Infelizmente muitos cristãos vivem desta forma.
Precisamos estar atentos às muitas distrações ou tentações da vida. Quem está numa corrida não pode se distrair – Hebreus 12:1-2 e I Coríntios 9:24-25.
Os cuidados deste mundo. As preocupações com as riquezas e os desejos ímpios, são distrações e empecilhos ao crescimento espiritual.

É preciso esquecer-se das coisas que atrás ficam – Filipenses 3:14-14.

Vamos avançar, vamos crescer!

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:: Namoro, Noivado e Casamento Cristão ::

NAMORO CRISTÃO: Período de amizade, conhecimento mútuo, oração e estudo da Palavra de Deus.

NOIVADO CRISTÃO: Período de planejamento e preparação para o casamento, compra de móveis, arrumação da casa, etc., tudo deve ser feito com muita oração e direção na Palavra.

CASAMENTO CRISTÃO: Envolvimento espiritual, mental e físico. O Senhor deixou claro que só através do casamento o homem e a mulher seriam os dois uma só carne, ou seja, teriam relacionamento físico.

a. - Os padrões do namoro cristão são bem diferentes dos padrões que o sistema do mundo tem. No sistema do mundo, na maioria dos casos, o namoro está alicerçado no prazer físico e egoísta. Na maioria das vezes o sexo é a base do relacionamento, e, talvez depois, acontece o casamento.

b. - O namoro cristão precisa ser diferente, Deus coloca limites para a nossa vida em tudo, porque em nós há um desejo depravado para pecar, vindo assim a nossa destruição.

c. - O namoro cristão precisa ser uma amizade que cresce em oração e estudo da Palavra de Deus; o casal tem oportunidades de se conhecer e aplicar o conhecimento da Palavra de Deus ao seu relacionamento. O objetivo do namoro cristão deve ser o conhecimento mútuo e o prazer da amizade.

I - A VONTADE DE DEUS É A NOSSA SANTIFICAÇÃO: (I Tessalonicenses 4:1-8)

Santificar-se é viver dentro dos padrões da Palavra de Deus, é ter temor do Senhor no coração e rejeitar tudo aquilo que é pecaminoso e prejudicial para a nossa alma. : (vs. 3)

Em I Pedro 1:16, o Senhor nos diz: "Sede santos, porque eu sou santo". Em João 17:17 diz: "Santifica-os na verdade, a Tua Palavra é a verdade".

Quando fazemos a vontade de Deus, experimentamos a verdadeira alegria e o verdadeiro propósito da vida. Mas quando desobedecemos a vontade de Deus, nos tornamos tristes, vazios, angustiados e sem propósito na vida e vem o embrutecimento da nossa personalidade. (Judas 10)

II - TEMOS A RESPONSABILIDADE DO NOSSO PRÓPRIO CORPO DIANTE DE DEUS: (I Tessalonicenses 4:4-5)

O nosso corpo é o templo do Espírito Santo, é a habitação de Deus aqui na terra, fomos comprados com o sangue de Jesus Cristo o Filho de Deus. Portanto não somos mais de nós mesmos, ou seja, não podemos fazer com o nosso corpo o que fazíamos no passado, mas através do nosso corpo devemos glorificar o Nome do Senhor. (I Coríntios 6:15-20)

III - SOMOS RESPONSÁVEIS DIANTE DE DEUS, POR AQUILO QUE CAUSAMOS NAS OUTRAS PESSOAS, ATRAVÉS DOS NOSSOS CORPOS E ATITUDES: (I Ts 4:6)

Defraudar ou Oprimir significa: Despertar desejo em alguém, não podendo ser satisfeito dentro dos padrões da Palavra e Vontade de Deus. (Ex. carícias, gestos, palavras, uso de roupas, etc...).

IV - REJEITAR TODAS ESTAS COISAS, É REJEITAR A DEUS E NÃO A HOMENS: (I Ts 4:8)

Muitas vezes somos tentados a fazer algo errado, principalmente quando achamos que não tem ninguém por perto nos vendo; mas nos enganamos, porque a Bíblia diz que Deus está vendo tudo (Hebreus 4:13). Por isso, quando voluntariamente pecamos desobedecendo a Palavra de Deus, o Espírito Santo se entristece em nós, além disso, estaremos dando lugar ao diabo e entrando em decadência espiritual. O sexo fora do casamento é algo reprovável e condenável por Deus. O Senhor não criou o homem para o pecado, mas sim, para a santidade. (I Coríntios 6:9-11; Atos 15:29; Mateus 5:32; Apocalipse 22:14-15)

*Nunca devemos nos esquecer: "A santidade é bela". (Salmo 96:9 e 27:4)

*NAS TRÊS ETAPAS, (NAMORO, NOIVADO E CASAMENTO) JESUS CRISTO PRECISA SER O CENTRO DAS NOSSAS ATENÇÕES: (Filipenses 1:21). Só conseguiremos ser felizes quando Jesus Cristo estiver no centro de nossas vidas e dos nossos relacionamentos. Só depois que permitirmos que o Senhor reine sobre nós é que conseguiremos êxito em tudo que fizermos.

PARA QUE O NAMORO SEJA DA VONTADE DE DEUS...

1- Nunca namorar uma pessoa não-evangélica. II Coríntios 6:14-18
2- O Namoro precisa começar sempre com oração. Filipenses 4:6
3- Comunicar aos pais de ambos, sobre suas intenções. Efésios 6:1-3
4- Comunicar ao Pastor da Igreja. Hebreus 13:17
5- Nunca viver no "agarra-agarra", principalmente na rua. Colossenses 4:5
6- Nunca namorar dentro da igreja. A igreja é um lugar de adoração a Deus.
7- Não deixar o grupo de jovens ou as atividades da igreja por causa do namoro. Hebreus 10:25

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:: O Ser Humano Segundo a Bíblia ::

Texto Bíblico: I Coríntios 2:9-16

Na visão da Bíblia, ou seja, na ótica de Deus, a humanidade, basicamente, se divide em duas classes:
a) Homem Natural – I Coríntios 2:14
- É aquele individuo não conhece a Deus e nem o compreende – Mateus 16:23
- Não está aberto para a Palavra de Deus – I Coríntios 1:18
- É dirigido por seus instintos naturais – Romanos 8:5-8
- Vive escravizado na prática do pecado – Efésios 2:3
- Harmoniza-se com este mundo e suas práticas com muita facilidade – I Coríntios 2:14
O homem natural tem dificuldade para entender a Deus e com isto, não consegue agradá-lo. Este homem natural depende muito do raciocínio ou das emoções humanas.

b) Homem Espiritual – I Coríntios 2:15; 3:1.
É aquele que foi alcançado por Deus e por Ele foi regenerado.
- Sua mente é dominada pelo Espírito e ele conhece a vontade de Deus – I Coríntios 2:11-13
- É dirigido pelo Espírito Santo – Romanos 8:14-16; Gálatas 5:16, 25.
- Ele se esforça para agradar a Deus e procura fugir das práticas e dos desejos pecaminosos.
O que faz o individuo se tornar um homem espiritual é a aceitação de Cristo como Senhor e Salvador de sua alma. A obra do Espírito Santo no interior deste homem confere a ele esta nova natureza!
- Ele nasce de novo – João 3:3, 5, 7.
- Sua mente é renovada – Romanos l1:2
- Ele se torna nova criatura – II Coríntios 5:17
- Ele é justificado mediante a fé em Cristo – Filipenses 3:9
Podemos dizer também que o homem neste novo estado, está sujeito há uma nova classificação. Ele pode ser visto, conforme foi colocado acima, como um Cristão Espiritual ou como um Cristão Carnal.

Características do Cristão Carnal:
- O cristão carnal é aquele que não procura crescimento espiritual
- É aquele que se conforma com este mundo e suas práticas
- É aquele que não se esforça para vencer sua natureza pecaminosa
- É aquele que não leva a sério a Palavra de Deus.

O cristão que expressa estas características corre o risco de:
- Apostatar-se da fé
- Corre o risco de não ouvir o bem-vindo do Senhor quando este vier arrebatar sua igreja
- Não usufrui os privilégios de I Coríntios 2:9-10.

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:: Os Atributos de Deus ::

Conhecer mais a respeito de Deus é dever e privilégio de todo aquele que serve ao Senhor. Em Oséias 6:3 vemos o profeta dizendo: “Conheçamos o Senhor; esforcemo-nos por conhecê-lo”. Estudar sobre os atributos do Criador é conhecer mais a respeito da natureza deste Deus que a Bíblia nos apresenta como o Senhor de nossas vidas.
Este estudo não pretende esgotar o assunto. Vamos ver, de forma sucinta, o que entendemos ser o essencial para os leitores da Palavra de Deus.

I) ATRIBUTOS RELACIONADOS COM A HUMANIDADE:

a) Atributos Intelectuais de Deus – Sua Inteligência

- Seu Conhecimento: Ele sabe tudo. Ele tem perfeito conhecimento de tudo que existe e de tudo que pode existir. Ele não tem necessidade de aprender.
“Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o seu conselheiro?” (Rm 11:34; Is 40:13-14). Deus jamais se sentou aos pés dum mestre. Deus sabe todas as coisas de antemão. Seu conhecimento é absoluto e eterno. Nada tem se acrescentado ou se acrescentará ao conhecimento de Deus. “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus” (Rm 11:33).
- Sua Sabedoria: O conhecimento está relacionado com a sabedoria. Porém há uma diferença: Sabedoria é a aplicação do conhecimento. A sabedoria de Deus não tem limites; por esta razão Paulo fala de Deus como o único sábio. Ele pesa todos os fins, conhece todas as necessidades, compreende todas as possibilidades e entende todos os meios. O salmista se maravilhava da sabedoria divina na criação. “Que variedade, Senhor, nas tuas obras! Todas com sabedoria as fizestes” (Sl 104:24).

b) Atributos Morais de Deus – Seus Sentimentos

- Sua Bondade. A bondade de Deus faz com que ele trate as suas criaturas bondosa e abundantemente. Como seus demais atributos, a bondade de Deus é infinita, eterna e imutável. Ele é tão bom agora como foi no passado e será no futuro. Ele faz brilhar o sol sobre todos. Ele envia chuva sobre bons e maus – Sl 145:9.
- Seu Amor. O amor de Deus é uma das realidades maiores da fé Cristã. O apóstolo João declara que Deus é amor – I João 4:8. Entretanto, dizer que Deus é amor não significa que Ele seja o amor. Esclarecer este fato! Se Deus e o amor fossem idênticos, a adoração do amor seria adoração a Deus. O amor não abrange tudo de Deus, senão é um dos seus atributos!
- Sua Graça. O amor e a graça de Deus andam juntos. A graça divina é o amor que Deus mostra àqueles que a merecem. No AT diz que Noé “achou graça aos olhos do Senhor”. Depois que se deu a lei a Moisés, Deus disse: “Tens achado graça aos meus olhos”. A graça divina é eterna e infinita. Ela não começou com a vinda de Cristo, mas foi com a sua vinda que a graça se manifestou totalmente - João 1:17.
- Sua Misericórdia. Este é o atributo que Deus mostra aos que estão desesperança e conflito, e aos que são culpáveis. A misericórdia de Deus lembra sua compaixão para com os miseráveis e quebrantados. Ele é misericordioso, mas também justo. Ele trata com misericórdia e justiça. Sua justiça se revela no juízo com relação ao pecado. Sua compaixão é demonstrada sobre as vitimas do pecado. A Cruz de Cristo é a manifestação suprema da sua justiça e misericórdia. No Calvário Cristo pagou o preço do pecado pelo crente e satisfez as exigências da justiça divina.
- Sua Fidelidade. Deus é consistente, confiável e constante. Ele é fiel ao seu povo e às suas promessas. Todos os seus atributos são consistentes uns com os outros. Ele não tem conflito e nem distúrbios emocionais. Em Cristo vemos que Deus faz o que tem prometido, e que suas obras estão em total acordo com suas palavras – Rm 3:3-4; II Tm 2:13.
- Sua Santidade. Êxodo 15:11 diz que Deus “é glorificado em santidade”. Este atributo separa a Deus de toda sua criação. Ele é o exaltado e supremo, acima de todos os seres e todas as coisas. Não existe outro como o nosso Deus. A Santidade de Deus pode considerar-se de duas maneiras: l) Deus se opõe ao pecado. Ele odeia todo o pecado e a impureza - Hc 1:13. 2) A santidade de Deus é a sua excelência moral. Deus está totalmente livre de maldade. Ele é absolutamente perfeito. Toda lei e perfeição moral têm sua base no caráter de Deus.
- Sua Justiça. A justiça de Deus indica que Ele sempre atua de maneira consistente com o seu caráter que se revela na lei divina. Este justiça de Deus está intimamente ligada a sua santidade. Deus trata conosco sem fazer acepção de pessoas. Ele dá a mesma paga pelo trabalho e igual castigo pelo mesmo mal. Ler: Sl 89:14 e 119:137.

c) Atributos Volitivos de Deus - Sua Vontade

- Sua Vontade Soberana. Deus dirige os eventos do universo e as ações da sua criação, segundo a sua perfeita vontade. Ele é livre para desenvolver o seu plano com todos os detalhes. Sua vontade é soberana – Sl 115:3; At 2:23; Ef 1:5, 9, 11. Deus governa e dirige todas as coisas.
A vontade soberana de Deus leva-nos a duas intrigantes perguntas:
1) - O problema do pecado. Se Deus é soberano, por que permite o pecado? Satanás poderia ter tido contato com Adão e Eva se Deus não o tivesse permitido? A única resposta legitima é que Deus, em sua sabedoria soberana, tenha permitido a existência do pecado. O pecado é temporal e limitado. Devido ao fato de ser temporal, isso mostra que Deus é sábio e bom em sua totalidade. Ele faz do pecado uma ocasião para manifestar sua graça e gloria.
2) - O problema da liberdade humana. As Escrituras ensinam que somente nós, é não Deus, somos responsáveis por aquilo que fazemos. Deus nos tem dado a liberdade de escolher entre o bem e o mal. A liberdade não é contra a vontade de Deus: é a sua realização. Deus quer que sejamos agentes morais livres. Deus não criou robôs. Ele criou pessoas com liberdade de escolha.
- Seu Poder Soberano. Ele faz o que Ele quer. Ele é El Shaddai – Gn 17:1. Ele é Rei dos reis e Senhor dos senhores – I Tm 6:15. Ele é “o Senhor, nosso Deus, o Todo-Poderoso” – Ap 19:6. Nada é impossível para Deus – Lc 1:37. A Escritura afirma que quando Ele falava, se cumpria – Gn 1:3. Deus que é de Deus amor e santidade, se mostra também como o Todo-Poderoso. Ele opera grandes maravilhas e prodígios. A onipotência de Deus não deve ser motivo de ameaça, mas uma consolação para os cristãos.

II) ATRIBUTOS NÃO RELACIONADOS COM A HUMANIDADE:

a) Auto-Existência de Deus: Ela não depende de ninguém

Deus não tem principio nem fim. Deus é de “eternidade a eternidade” – Sl 90:2. Todas as demais coisas e criatura têm uma origem, mais Deus não. Ele não depende de nada fora de si mesmo. É auto-existente. Cristo disse “O Pai tem vida em si mesmo” – Jo 5:26. Nenhuma criatura de Deus tem vida em si mesma; toda vida é um dom de Deus – At 17:25.

b) A Eternidade de Deus: Ele não está limitado pelo tempo

Deus existe acima do tempo e não é afetado por ele - Is 57:15. A Escritura fala do “Rei eterno” – I Tm 1:17 e “dAquele cujos “anos jamais terão fim” – Sl 102:27. Para nós é tão difícil entender a eternidade de Deus, pois a nossa mente está influenciada pelos eventos que ocorrem no tempo. Nós tivemos um começo aos nascer, mas Deus não tem principio. Nós teremos uma conclusão terrena na morte, mas Deus não tem fim. Somos criaturas do passado, do presente e do futuro, mas Deus não. Deus criou o tempo e o colocou sob seu domínio e tem atuado dentro dele.

c) A Onipresença de Deus: Ele não está limitado pelo espaço

O atributo da eternidade nos faz lembrar que Deus é Senhor sobre o tempo. Ele é também Senhor sobre o espaço. A onipresença significa que Ele não está limitado pelo espaço; por isso a sua presença está em toda parte. – Sl 139:7-10. Ninguém pode esconder-se de Deus. Jr 23:24; At 17:27-28. Deus está presente em toda sua criação e tomou sua residência terrenal em Cristo. Desde sua ascensão, Cristo está assentado à destra de Deus Pai – Cl 3:1. Cristo está li, e ao mesmo tempo em nossos corações. Ele habita no lugar chamado céu a e também em nossos corações. Nós temos nossa cidadania no céu, “de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” – Fp 3:20. A doutrina da onipresença nos assegura que ele está ali para ajudar-nos.

d) A imutabilidade de Deus: Ele nunca muda

O Deus da Bíblia é um ser imutável. Esta declaração significa que Deus é perfeito, assim que não necessita melhorar. É fiel, portanto suas promessas são totalmente dignas de confiança. Deus nunca será mais poderoso do que agora, porque em sua mão está a soma total de todas as possibilidades. Ele nunca será melhor, porque já é a perfeição da bondade. Nunca será mais santo, porque é a essência da santidade. A atitude de Deus para com o pecado é a mesma que teve quando expulsou a Adão e Eva do jardim do Éden. Ele é receptivo à fé e ao amor, como sempre tem feito.
Que formoso é crer em um Deus que, apesar das mudanças em todo o universo, permanece fiel e imutável.
Como é bom servir um Deus como o Senhor nosso Deus!

Comentário: Este estudo foi extraído e adaptado do livro “Doutrina Bíblica e Vida Cristã”, publicado pelo DNP - Departamento Nacional de Publicações da Igreja de Deus. Adquira-o através do telefone (62)522-1210 ou e-mail: dnpigrejadedeus@terra.com.br

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:: Temor a Deus ::

“E agora, ó Israel, que é que o Senhor, o seu Deus, lhe pede, senão que tema o Senhor, o seu Deus, que ande em todos os seus caminhos, que o ame e que sirva ao Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração e de toda a sua alma”. Deuteronômio 10:12 (NVI)

Um mandamento freqüente ao povo de Deus do Antigo Testamento é “temer a Deus” ou “temer ao Senhor”. Este mandamento precisa ser entendido e mais ainda, precisa ser praticado por todos, principalmente pelo povo de Deus, por aqueles que professam fé no Criador e se identificam como cristãos.

No sentido bíblico, o termo “temor” aplicado a Deus, lembra: respeito, reverência, reconhecimento do seu “poder”, “domínio”, “santidade” e “majestade”!

a) - O temor do Senhor é principio da Sabedoria – Jô 28:28 e Pv. 1:7;
b) - Somos convidados a servir a Deus com temor – Salmos 2:11;
c) - O temor do Senhor é vida – Pv 14:27; 19:23.

Somente à medida que o homem passa a temer ao Senhor é que ele é liberto da escravidão de todas as formas de temores anormais e satânicos – João 8:32, 36.

Motivos pelos quais precisamos demonstrar temor a Deus:

a) – Ele é o Criador
b) – Ele é Santo
c) – Ele é misericordioso
d) – Por causa do esplendor da Sua glória
e) – Por suas bênçãos
f) – Por causa do seu perdão
g) – Por nos aceitar com nossas fraquezas e imperfeições
h) – Pela grande salvação, a nós oferecidos.

O temor a Deus proporciona:

a) – Livra-nos do pecado, pois nos torna obediente a Ele – Pv 16:6;
b) – Nos santifica – Sl 19:9;
c) – Faz do homem um verdadeiro adorador – Sl 22:23;
d) – Traz grandes recompensas espirituais – Pv 22:4; 14:26-27; Sl 34:9; 111:5 e
Pv 10:27.

Diante do que temos visto, resta-nos, alertarmos para a exortação do apóstolo Paulo que fala sobre a necessidade de “aperfeiçoar nossa santidade no temor de Deus”. II Co 7:1

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:: Uma Vida de Vitória ::

Texto Básico: Josué 6.1-21

Ser vitorioso segundo o ensino da Bíblia está relacionado com aquilo que somos mais do que com aquilo que realizamos. Ser um escolhido de Deus, estar em Cristo é o segredo da vitória: “Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo”. (I Co 15.57).

Por sermos filhos de Deus, a vitória é sempre nossa pela obediência da fé, mesmo quando nos deparamos com obstáculos impossíveis e problemas humanamente insolúveis. É maravilhoso saber que você e eu podemos realmente optar pela vitória, enquanto aqueles que não estão em Cristo, não têm esta opção, a menos, é claro, que se arrependam e creiam em Jesus.

O livro de Josué é um manual de vitória. O nome Josué significa "O Senhor salva" ou "Deus é salvação". O livro foi escrito no ano 1050 a.C. e o seu tema principal é mostrar que Deus cumpre as suas promessas. No capitulo 6 está registrado a primeira vitória do povo de Deus sob o comando de Josué, na grande tarefa de conquistar a terra prometida. É a grande vitória dos escolhidos de Deus contra a poderosa cidade de Jericó. Tal vitória nos ensina e nos enche de esperança hoje! (Rm 15.4).

Como podemos ter uma vida vitoriosa? Como vencer inimigos mais poderosos? Como avançar diante de grandes obstáculos?

1. A VITÓRIA É UMA DÁDIVA DE DEUS

O primeiro principio bíblico para uma vida vitoriosa é sabermos que toda vitória procede do Senhor. No versículo 6.2, Deus afirma: “Entreguei na sua mão a Jericó”. A vitória a Jericó era uma dádiva de Deus. A promessa já tinha sido revelada a Josué: “Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu prometi a Moisés”. (Js .1.3)

A Bíblia ensina claramente esta verdade: “O cavalo prepara-se para o dia da batalha, mas a vitória vem do Senhor” (Pv 21.31). Os filhos de Core testemunhavam: “Ouvimos, ó Deus, com os próprios ouvidos: nossos pais nos têm contado o que outrora fizeste, em seus dias. Como por tuas próprias mãos desapossaste as nações e os estabeleceste; oprimiste os povos e aos pais deste largueza. Pois não foi por sua espada que possuíram a terra, nem foi o seu braço que lhes deu a vitória, e sim a tua destra, e o teu braço, e o fulgor do teu rosto, porque te agradaste deles. Tu és meu rei, ó Deus; ordena a vitória de Jacó”. (Sl 44.1-4).

Observe que é Deus o grande responsável pelas vitórias do seu povo. Ele é quem ordena a vitória, diferentemente da falsa teologia atual, quando pessoas estão dando ordens a Deus.


2. OS PRÉ-REQUISITOS PARA A VITÓRIA.

Deus é a fonte de nossas vitórias. Logo, qual deve ser a minha participação? O que eu preciso fazer para ser um vitorioso? O livro de Josué nos oferece alguns pré-requisitos espirituais:

2.1. FÉ

A fé é o primeiro pré-requisito para a vitória. Sem fé é impossível agradar a Deus. Sem fé não há conquistas, não avançamos, não somos galardoados pelo Senhor. Jericó foi conquistada pela fé, como testifica o autor aos Hebreus: “Pela fé, ruíram as muralhas de Jericó, depois de rodeadas por sete dias. Pela fé, Raabe, a meretriz, não foi destruída com os desobedientes, porque acolheu com paz aos espias”. (Hb 11.30-31). A fé é o instrumento por meio do qual conquistamos as vitórias espirituais.

2.2. SANTIFICAÇÃO

A santificação é o segundo pré-requisito para a vitória. Josué disse ao povo: Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilha no meio de vós (Js 3.5). As maravilhas da passagem do Jordão e da destruição de Jericó deveriam ser precedidas pela santificação do povo e da liderança (Js 5.13-15). Todos os atos de Deus são santos, reflexos da Sua natureza santíssima.

2.3. SEGUIR AS ESTRATÉGIAS DE DEUS

A obediência é o terceiro pré-requisito para a vitória. Obedecer significa seguir a risca as estratégias de Deus. As instruções foram dadas minuciosamente a Josué: “Sete sacerdotes, sete trombetas, sete dias, no sétimo dia sete vezes” (Js 6.3-11). Geralmente as estratégias de Deus são simples e, aparentemente, absurdas. O grande objetivo de Deus, provavelmente, é revelar o seu poder por meio da nossa fraqueza.

A vitória sempre será fruto da obediência a Palavra de Deus: Tão somente sê forte e mui corajoso para teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem sucedido por onde quer que andares (Js 1.7).

2.4. AGIR CORAJOSAMENTE

A ação é o quarto pré-requisito à vitória. O livro de Josué nos ensina que a conquista da terra prometida era um ato de posse: “Sê forte e corajoso, porque tu farás este povo herdar a terra que, sob juramento, prometi dar a seus pais” (Js 1.6). Deus agiu, as muralhas caíram e o povo tomou posse da cidade de Jericó. Agir corajosamente em obediência ao chamado de Deus é a vocação do cristão e do povo de Deus. Tiago nos adverte quanto ao praticar ou agir conforme aprendemos: “Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar” (Tg 1.25). Seja um operoso praticante!

Pr. Arival Dias Casimiro.


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MENSAGENS


:: A Boca e o Coração::

Conta-se que há muitos séculos, numa época em que os homens eram guiados por magos, adivinhos e astrólogos, um poderoso rei sonhou que havia perdido todos os seus dentes, um após o outro. Despertou desesperado e mandou chamar todos os sábios e adivinhos para que interpretassem o seu pesadelo.
Um a um eram chamados à presença do rei, que lhes contava o sonho.

- Que desgraça, meu rei! Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade! - exclamavam todos os adivinhos, pois chegavam sempre à mesma conclusão sobre o que significava aquele sonho.

O rei, enfurecido, mandou matar todos aqueles “sábios” que agouravam o seu reino. Até que não sobrou nem um sequer. Então chamou os seus servos e ordenou que encontrassem outro adivinho em qualquer lugar da terra que pudesse interpretar-lhe o sonho.

Passados alguns dias, encontraram um simples homem, que em terras distantes era visto como um homem de grande sabedoria, e levaram-no à presença do rei.

Este, após ouvir o rei contar-lhe o sonho, disse-lhe calmamente:

- O poderoso senhor! Viva para sempre, pois teus dias serão tão longos que nenhum dos teus parentes te verá morrer. É este, ó rei, o significado do seu sonho.

O semblante do rei iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar metade do seu tesouro ao sábio peregrino. Quando o sábio saía do palácio, levando sua recompensa, um dos copeiros, admirados, lhe disse ao ouvido:

- Não é possível! A sua interpretação foi a mesma que os seus antecessores deram. Não entendo porque aos primeiros o rei mandou matar, e a você pagou com todas estas moedas de ouro.

- Lembre-se, meu amigo - respondeu o sábio - tudo depende da maneira que você fala! Você não precisa ofender ninguém.

A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa que você retira do seu tesouro: “O homem bom tira boas coisas do bom tesouro do seu coração, e o mau do mau tesouro tira coisas más” (Mateus 12:35). Você pode lançá-la contra uma pessoa, ferindo-a ou pode lapidá-la delicadamente e oferecê-la num anel. Certamente assim será aceita com mais facilidade e a pessoa, inclusive, irá agradecer-lhe a ajuda.

“Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras será condenado” (Mateus 12:37).

Pr. Dário de Sousa Campos

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:: A Estação da Primavera ::

Na última sexta-feira, 22 de setembro, teve início a estação da primavera. O que este período do ano pode nos ensinar? Em que ele nos inspira?

A primavera ajuda-nos a lembrar a beleza da criação e os feitos de Deus. É a estação das flores e da beleza, e isso vem nos lembrar que tudo o que Deus fez e faz é belo, majestoso e lindo (Gn 1; SI 8; 19; 139). A primavera lembra ainda a beleza do amor de Deus, a beleza da sua graça, a beleza de seu perdão e a beleza da sua bondade. Lindo e perfeito é o amor de Deus. Amor que nos aceita, nos abraça, nos redime e nos dá vida eterna. O pecado nos tornou feios, mas o amor de Deus nos torna lindos e imprime em nós a beleza de Cristo.

A primavera não é apenas a estação da beleza, mas também da renovação. Em Mc 13:28 Jesus diz: "Quando os ramos se renovam..." Nesta época, a cidade muda o visual, as árvores florescem, as calçadas se enchem de flores, a natureza está em mutação. A Bíblia ensina que Deus quer e pode fazer coisas novas (Is 43:18,19; Ap 21:5). Não são coisas novas no sentido de novidades para agradar a curiosidade ou a vaidade do homem, mas no sentido de expulsar e remover de nossas vidas aquilo que tem ranço e cheiro do pecado, aquilo que lembra o "velho homem".

Assim como a primavera nos faz pensar em coisas novas, é bom que também peçamos a Deus para operar uma nova vida em nós pelo seu Espírito Santo e fazer coisas novas em nossa vida, em nosso lar e em nossa igreja (Ez 36:26; II Co 5.17). Em Cristo tudo se renova. Primavera é tempo de coisas novas em Deus.

Esta estação fala também de esperança. O verde das árvores, da relva e dos campos nos lembra esperança. O ensino básico da parábola da figueira é a vigilância (Mc 13:28-31). O que deve motivar esta vigilância por parte do cristão? Há sinais que indicam a proximidade da vinda de Cristo, assim como as folhas verdes e os frutos na figueira indicam a aproximação da primavera. Figueira aqui é símbolo de Israel. Quando Israel estiver plantada no seu lugar, reverdecendo e dando os seus frutos, estará próxima a vinda do Senhor.

A primavera, linda estação do ano, empolgante, quando tudo se renova, é também um convite para levantarmos nossas cabeças porque a nossa redenção se aproxima. Já podemos dizer como Paulo: "A noite vai e vem chegando o dia" (Rm 13.12). Que os nossos lábios digam: "Maranata, vem, nosso Senhor."

Texto transcrito e adaptado.

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:: A Família como Bênção ::

Sabemos que a família é a unidade básica das relações humanas. Por isso, ela é fundamental para a sociedade e para a igreja. Diante disto, é preciso viver com amor, carinho, consideração, respeito e responsabilidade o nosso relacionamento conjugal e familiar. O cristão, como filho de Deus, tem o dever e o privilégio de viver feliz e em paz a vida família. Esta atitude irá gerar um clima de harmonia na família que muito contribuirá para o seu crescimento em todos os aspectos. E, para que possa haver harmonia no lar, é necessário cada um observar a ordem de responsabilidade que Deus estabeleceu para cada membro da família.

Quando Deus criou o homem, macho e fêmea os criou e concedeu-lhes não só características diferentes, como também sentimentos, emoções, responsabilidades e necessidades, também diferentes. Precisamos entender isto para que possamos viver um relacionamento conjugal e familiar harmonioso. Não podemos fugir de nossa responsabilidade. Cada membro da família tem um papel a desempenhar. O casal precisa viver em estima, respeito e, acima de tudo, em amor, para que os filhos cresçam numa atmosfera de paz. Como pais e educadores, não podem fugir da responsabilidade de educar, disciplinar e ensinar os filhos; e estes precisam aprender a obedecer-lhes. Que todos entendam que a família é bênção e projeto de Deus.

Para sua meditação leia estes textos: Efésios 5:22-31; I Pedro 3:1-7; Gênesis 3:16-19; Colossenses 3:18-21; Efésios 6:1-4 e Êxodo 20:12.

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:: Ajudando a Restaurar Pessoas ::

Quando lemos a carta aos Gálatas, notamos que, entre eles, alguns estavam caindo em pecado e, por causa disto, havia problemas. O pecado faz o homem perder a auto estima, tira a motivação, produz desânimo e, de acordo com a Bíblia, pode levar o indivíduo à morte, pois “o salário do pecado é a morte” – Romanos 6:23.

A preocupação de Paulo com estas pessoas era grande. O apostolo instruiu aos demais a restaurar aos que estavam caindo. Esta restauração visava trazê-los novamente à um estado de plenitude integral que Jesus chama de “vida abundante” – João 10:10. Entretanto, neste processo de restaurar vidas, é importante lembrar que as pessoas que deviam ajudar precisavam ser pessoas espirituais: “vós, que sois espirituais...” – Gálatas. 6:1.

Em Gálatas 5:22-23 está alista dos traços que caracterizam o cristão espiritual: amor, alegria, paz longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. A pessoa espiritual faz seus valores conformarem-se com os ensinos de Cristo – Gálatas 5:24.

Que Deus nos ajude a restaurar vidas. Que Ele, pela ação do Espírito Santo em nossas vidas, nos torne cada dia mais “espirituais” e “frutíferos” na tarefa de ajudar outros.


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:: Bem-estar Espiritual ::

O bem-estar espiritual é uma necessidade. É tão real quanto o bem-estar físico. Um tem relação com o outro. O bem-estar físico afeta o bem-estar espiritual e o bem-estar espiritual afeta grandemente o bem-estar físico.

Depois de ter caído em si e de ter se arrependido do pecado cometido contra Urias, Davi não implorou apenas o perdão de Deus e a purificação de seu pecado. Ele também suplicou o bem-estar espiritual; “Não me abandones, não tires de mim o teu Espírito. Dá-me de volta a alegria da tua salvação” – Salmos 51:11-12.

Se é difícil viver sem bem-estar físico, mais difícil ainda é viver sem bem-estar espiritual. A salvação não é apenas bem-aventurança futura. É também bem-aventurança presente: “Agora que fomos aceitos por Deus pela nossa fé nele, temos paz com ele por meio do nosso Senhor Jesus Cristo” – Romanos 5:1. A salvação não é apenas vida eterna. É também vida e vida em abundância hoje – João 10:10. O bem-estar espiritual começa aqui e agora, em meio à adversidade, e alcança o seu ápice na eternidade.

Bem-estar espiritual significa basicamente ter paz com Deus em qualquer lugar, em qualquer tempo, em qualquer circunstância e em qualquer situação: “Deixo com vocês a minha paz; a minha paz lhes dou, não como o mundo costuma dar. Não se preocupem nem tenham medo” – João 14:27. A paz interior é fruto do Espírito (Gálatas 5:22). É a maior riqueza que você pode ter.

Ela está além da compreensão humana e tem o propósito de guardar o coração e a mente daquele que está unido com Jesus Cristo – Filipenses 4:7.
Cuide de seu bem-estar espiritual. Mantenha sua vida de comunhão com Deus!

Mensagem adaptada e transcrita.

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:: Como Estamos Vivendo::


“Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (I João 5:4).

O comentário de rodapé da Bíblia de Estudo Pentecostal, referindo-se ao versículo acima, diz que a fé que vence o mundo é uma fé que vê as realidades eternas, que experimenta o poder de Deus e que ama a Cristo de tal maneira que os prazeres pecaminosos, os valores seculares, o proceder ímpio e o materialismo egoísta, não somente perdem sua atração para nós, como também temos por eles repugnância, aversão e antipatia.

Diante destas afirmações é preciso rever nossos conceitos e estilo de vida que estamos vivendo. Em nossa caminhada de vida cristã, vivemos cercados de muita oposição e apostasia. Para ser um vencedor, segundo a Bíblia, é preciso viver de forma a não se conformar com este mundo.

O materialismo e a corrida desenfreada em busca daquilo que é terreno e passageiro vem assumindo grandes proporções entre os homens. Os valores éticos e espirituais estão sendo ignorados por muitos. Como viver em meio a tudo isto sem ser influenciado?

A resposta ou a solução para um viver cristão que possa agradar a Deus continua sendo aquela que Hebreus 12:2 nos apresenta: “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé”. No versículo anterior, ou seja, Hebreus 12:1 vemos que o cristão precisa “deixar todo embaraço e o pecado que tão de perto o rodeia e correr, com paciência, a carreira que Cristo propôs”.

Cristo é o modelo a ser seguido pelo cristão. Ele é exemplo de confiança em Deus, de dedicação à vontade de Deus, de oração, de vencer as tentações e os sofrimentos, de perseverança na lealdade ao Pai e de realizar a obra para a qual Deus nos chamou.

Não importa se muitos não estão sendo leais a Deus e a sua vontade. Para aquele que ama verdadeiramente a Deus, o que importa é viver segundo os princípios que Ele deixou estabelecidos em sua Palavra.

Que Deus te ajude a viver em vitória!

Pr. Dário de Sousa Campos

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:: Conversões a Cristo ::

“É preciso fazer séria diferença entre adesão e conversão. Adesão é uma coisa e conversão é outra. Adesão é o ato de abraçar uma causa, um partido político, um credo religioso. Conversão é um acontecimento que imprime

novos conceitos e nova vida. Conversão se entende como a “ invasão da graça divina na vida humana, a ressurreição da morte espiritual para a vida eterna”. Por meio da conversão, o pecador aceita a salvação e o senhorio de Jesus Cristo. Ela marca o início de um processo que nos remodela à imagem de Jesus”.

Este texto foi extraído da revista Ultimato, edição nº 272, em artigo que aborda a conversão de celebridades e de multidões à Cristo. O autor lembra que “nesta época de euforia, a igreja evangélica brasileira precisa redescobrir o significado da palavra conversão”. De acordo com a matéria, a pregação dos profetas e dos apóstolos era sempre: “convertei-vos”. A igreja precisa manter esta mensagem e postura. Deus continua requerendo daqueles que aceitam o seu senhorio “mudanças autênticas e profundas no modo de pensar e viver” (Mt 3:8).

A pessoa que professa a fé em Cristo e se identifica como cristã, precisa abandonar os seus pecados pessoais e os hábitos nocivos. Ela precisa aprender a viver sob o domínio, orientação e direção de Cristo. Ela não pode esquecer que agora é nova criatura (I Co 5:17).

Que Deus continue usando a igreja para proclamar Seu reino, Sua justiça e Sua eterna salvação a todos os homens. Que ela viva sempre dentro da Palavra e que muitas e genuínas conversões a Cristo continue ocorrendo em todas as camadas da sociedade brasileira. Cristo veio para salvar a todos, independente de sua classe social.

Pr. Dário de Sousa Campos

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:: Cumprindo um Mandamento ::


"E Jesus disse-lhes: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o seu pensamento".

De todos quantos crêem em Cristo e que recebem a salvação, Deus pede amor devotado.

Este amor requer uma atitude de coração, pela qual atribuímos a Deus tanto valor e estima que, verdadeiramente, ansiamos pela comunhão com Ele, esforçamo-nos para obedecer-Lhe e sinceramente nos importamos com Sua glória e vontade na Terra, Aqueles que realmente amarem a Deus desejarão compartilhar do sofrimento por amor a Ele, promover o Seu reino e viver em prol de Sua honra e dos seus padrões de justiça na Terra.

Nosso amor a Deus deve ser sincero e predominante, inspirado pelo Seu amor a nós, mediante o qual Ele deu seu Filho para nos salvar.

A improdutividade de muitos cristãos é resultado da pouca compreensão que têm do amor de Deus.

Todos nós carecemos da ajuda de Deus pra que possamos compreender, dentro de nossas limitações, o quanto Ele nos ama pra que assim possamos igualmente amá-lo.

Nossa oração a Deus precisa ser no sentido de pedir que nos ajude a amá-Lo de forma desinteressada. Não podemos amar a Deus pensando em retribuições. Amando a Deus, com sinceridade de alma, certamente seremos abençoados e, acima de tudo, nos tornaremos servos úteis aos Seus propósitos.

Que na sua vida você possa expressar muito amor em seu coração para com Aquele que é o Senhor de sua vida.

Pr. Dário de Sousa Campos.

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:: E Orou Outra Vez... ::


Em Tiago 5:18 lemos: “E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto”. Este texto está se referindo ao profeta Elias que no verso 17 é citado como homem sujeito às mesmas paixões que nós.

Elias, de acordo com o comentário da Bíblia de Estudo Pentecostal, o qual reproduzo a seguir, era um homem que cria que suas orações a Deus realizariam muita coisa, inclusive a intervenção divina no curso da natureza. Ele cria que a oração feita por um justo poderia mudar as coisas e as circunstâncias. Esta crença de Elias está espalhada por toda a Bíblia, a qual mostra Deus agindo em resposta à oração de seu povo. Em Salmos 34:6, para não citar outros textos, está escrito: “Clamou este aflito, e o Senhor o ouviu e o livrou de todas as suas tribulações”.

Devemos tomar cuidado para não aceitar nenhum ensino que estrague nossa fé quanto ao poder da oração, levando a Deus a intervir em nossas vidas. Um desses falsos ensinos é o conceito da “fatalidade”: a noção pagã afirmando que tudo que fazemos e tudo que nos acontece é fixado imutavelmente de antemão, muito tempo antes de sua ocorrência. A crença na fatalidade é contrária às Escrituras e leva a pessoa a crer que tanto o bem quanto o mal são absolutamente pré-determinados e inalteráveis, e que de nada adianta a fervorosa oração da fé pelo justo.

As Escrituras ensinam que Deus lida com seus filhos, não através do determinismo absoluto, mas pela providência divina mediante a qual Ele comunga com os justos e responde suas orações. Nossas orações e nossa fé em Deus fazem com que aconteça muita coisa boa que doutra forma não aconteceriam - Êxodo 32:9-14.

Irmão, ore com fé e creia que Deus é fiel em ouvir e responder a oração de seus filhos. Lembre-se que a Bíblia diz que “muito pode em seus efeitos a oração do justo” - Tiago 5:16.

Extraído e adaptado da Bíblia de Estudo Pentecostal.

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:: Ele tem Cuidado de Nós ::

É comum ouvir as pessoas dizerem que não está fácil viver neste mundo. O noticiário diário dos jornais e demais veículos de comunicação mostram, com freqüência, fatos que nos levam a admitir que esta expressão tenha um fundo de verdade.

O cristão, como parte desta sociedade, vive a realidade de habitar num mundo centrado no egoísmo e na falta de respeito e de valorização do ser humano. Isto tem levado muitas pessoas a praticar atos cruéis com o seu semelhante. Acredito que não preciso, aqui, destacar tantas coisas ruins, perversas e desumanas que vem acontecendo por este mundo afora. Como dito acima, basta ver o que está no noticiário do dia.

Este estado de coisa leva muitas vezes o individuo a perder a esperança e não mais acreditar que é possível uma vida de paz interior, de alegria e, alguns, chegam ao ponto de não mais querer viver.

Entretanto, aquele que conhece a Deus e procura viver nos princípios de Sua Palavra, sabe muito bem que apesar de tudo isto, Deus é Senhor que continua ativo, vendo todos os homens. O que precisamos, acima de tudo, é continuar nossa caminhada, crendo que Ele está conosco, para nos guiar e fazer de cada um de nós, “mais do que vencedores”. Ele também, por sua graça e bondade, pode perfeitamente nos usar para amenizar um pouco este quadro caótico que temos visto. Coloque-se nas mãos de Deus e permita que Ele te use.

Não se desespere. Não perca a esperança. Lembre-se da promessa que o apóstolo Pedro registrou em sua carta, quando disse que devemos “Lançar sobre Ele toda nossa ansiedade, porque ele tem cuidado de nós” – I Pedro 5:7
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:: Esperanças que se Renovam ::

Como presente de Deus, estamos recebendo mais um ano. Certamente que o desejo de cada um é poder vivê-lo bem.

Mais como pode o homem viver bem e em paz se vive ele cercado de problemas, dificuldades e calamidades? Como viver bem se o medo, a dor e as tragédias ocupam as manchetes do dia? Como viver bem se a paz parece tão distante dos homens?

Para os que confiam em Deus certamente será mais fácil viver bem o novo ano. Para estes e para todos que queiram, não faltam promessas de Deus em Sua Palavra, a Bíblia, que encha de esperança os seus corações. Entre estas, podemos citar a que diz “os que esperam no Senhor renovarão as suas forças” (Isaías 40:31).

Para viver bem este novo ano precisamos muito exercer nossa fé nas promessas do Senhor. De acordo com o profeta Isaías, em Deus podemos renovar nossas forças e nossa esperança. A força do Senhor em nós capacita-nos a viver acima das nossas dificuldades e limitações. Sua graça e misericórdia nos levarão a firmar cada dia os nossos passos. É desta forma que Deus espera que venhamos viver este e os demais anos de nossa existência.

O que o futuro nos reserva não sabemos. Entretanto uma coisa podemos ter certeza: Deus é fiel e continuará agindo em nosso favor!

Com este sentimento desejamos a todos um ano de muitas realizações e produtividade. Para você e sua família, desejamos muitas bênçãos de Deus e que Ele possa realizar os seus sonhos pessoais. Desejamos ainda que, na Obra de Deus, você seja muito frutífero e que possa ser útil ao propósito de Deus para com Sua igreja.

Feliz Ano Novo é o que desejo a todos!

Pr. Dário de Sousa Campos

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:: Espiritualidade Cristã ::


Genericamente, o termo “espiritualidade” vem sendo aplicado para definir a fé e todos os elementos que com ela se relacionam. O termo define tanto o relacionamento do crente com o seu objeto de fé, como o conjunto de comportamentos e atitudes que emanam da fé.

Modernamente essa terminologia tem sido muito mal entendida em virtude da diversificação de cultos, religiões, crenças e crendices. Inclusive até nos meios evangélicos tem sido difícil entender alguns tipos de “espiritualidades”, pois são muitas as doutrinas colocadas nas vitrines por aqueles que, em busca de prosélitos, numa corrida frenética e mercantilista, mercadejam a Palavra de Deus. Com isso, a verdadeira espiritualidade cristã tem sido confundida com uma série de comportamentos e atitudes que não têm nenhuma ligação e embasamento com a Palavra de Deus. Nesse contexto, a tendência contemporânea tem sido reduzir o Evangelho de Cristo a qualquer coisa que vem em nome da fé. O teólogo peruano, Samuel Escobar, diz que uma espiritualidade que dispensa a necessidade de arrependimento e de frutos, visando apenas os aspectos sociais, políticos e econômicos, não pode ser chamada de Cristianismo e sim de religiosidade. A verdadeira espiritualidade cristã tem que estar, prioritariamente, fundamentada nos ensinamentos de Cristo, segundo os relatos da Palavra de Deus, O escritor colombiano Harld Carmona diz que boa parte da espiritualidade moderna é puramente uma mística sem ética, uma emoção sem missão e uma especulação sem meta. Nesse cenário, a verdadeira liderança cristã tem o grande desafio de estar aberta para o aprendizado, para mudanças e para o crescimento, e ao mesmo tempo o desafio de assumir posição contra as novidades que vêm recheadas de subterfúgios, artifícios e estratégias, que têm como objetivos ludibriar a boa fé daqueles que devem ser alvos do nosso amor e da nossa misericórdia.

Não é o apego cego às nossas tradições e ao nosso conservadorismo, nem tão pouco a permissividade a as aberturas afoitas e irresponsáveis, que vão definir o nosso êxito ministerial e a boa qualidade da nossa fé e da nossa espiritualidade. Muito mas vale o esforço coletivo, individual e permanente, na tentativa de fundir o nosso horizonte com o horizonte de Cristo, ao ponto de vermos como ele vê, pensar como ele pensa e sentir como ele sente.

Pr. Expedito Ferreira de Melo
Superintendente Nacional da Igreja de Deus no Brasil

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:: Evangelizando pelo Exemplo::

Ser pai é uma tarefa por demais delicada;
Também é uma benção que só a eles é dada;
O privilégio de fazer uma criança educada;
É algo insofismável nesta terra amada.

Vivemos um momento de dúvidas e incertezas;
Famílias são destruídas e as sobras são tristezas;
O pai que é cristão tem mais firmeza na educação;
No lar onde Cristo reina há alegria no coração.

Há filhos tão rebeldes que só produzem amargura;
Há pais tão amorosos que só agem com ternura;
Há filhos obedientes que aos pais honram com muito amor;
Há pais irresponsáveis que fazem multiplicar a dor.

Ser bom pai é o belo exemplo de Deus nosso Criador;
Pois o amor do supremo Pai é puro e consolador;
É atitude tão profunda deste Pai inigualável;
É Deus que se faz carne atitude insofismável.

Aos pais deste país nosso carinho e gratidão;
Que sejam sempre prudentes e puros de coração;
Que sejam para os seus filhos exemplos de devoção;
Que a conseqüência seja uma bela e forte nação.


:: Homenagem aos Pais ::

Ser pai é uma tarefa por demais delicada;
Também é uma benção que só a eles é dada;
O privilégio de fazer uma criança educada;
É algo insofismável nesta terra amada.

Vivemos um momento de dúvidas e incertezas;
Famílias são destruídas e as sobras são tristezas;
O pai que é cristão tem mais firmeza na educação;
No lar onde Cristo reina há alegria no coração.

Há filhos tão rebeldes que só produzem amargura;
Há pais tão amorosos que só agem com ternura;
Há filhos obedientes que aos pais honram com muito amor;
Há pais irresponsáveis que fazem multiplicar a dor.

Ser bom pai é o belo exemplo de Deus nosso Criador;
Pois o amor do supremo Pai é puro e consolador;
É atitude tão profunda deste Pai inigualável;
É Deus que se faz carne atitude insofismável.

Aos pais deste país nosso carinho e gratidão;
Que sejam sempre prudentes e puros de coração;
Que sejam para os seus filhos exemplos de devoção;
Que a conseqüência seja uma bela e forte nação.


:: Igrejas Cheias de Pessoas Vazias!? ::

Embora muitas igrejas estejam cheias, inúmeras pessoas ali parecem
continuar vazias de sentido
de viver
.
Recentemente, ouvi o pastor Carlos Alberto Bezerra, dirigente da Comunidade da Graça, falar que há muitas igrejas cheias de pessoas vazias. Uma frase de forte impacto e com muita razão. Ele falava de igrejas que não vivem o sadio Evangelho.
Tenho observado que há mesmo muitas igrejas cheias – considerando aqui igreja como o espaço nobre da vivência do sagrado. É claro que Jesus não morreu pelo espaço e pelos objetos que estão nesse espaço. Mas tenho também observado que, embora muitas igrejas estejam cheias, inúmeras pessoas ali parecem continuar vazias de sentido no viver. Em vez de entregarem não só a alma para Jesus, ainda não lhe entregaram tudo o que têm (negando-se a si mesmas, conforme Lucas 9.23). Antes, estão buscando um Deus de avental, pronto a servi-las com todas as benesses celestiais e principalmente materiais.
São pessoas que não estão dispostas a buscar o arrependimento, o perdão, o abandono de uma vida egoísta e consumista dos bens e riquezas, que foram mal nos negócios, no emprego, que não souberam planejar sua vida e recursos e agora estão na pior. Então, buscam o Deus-panacéia, o Deus-resolve-tudo, tipo um consertador, uma espécie de “clínico geral”.
Muitos líderes e igrejas são oportunistas, pois o mundo, estando cheio de pessoas com esse perfil, fornece os clientes potenciais para rechear o caixa da igreja e seus bolsos. Por meio da pregação de um evangelho antropocêntrico, despido da verdade bíblica, transformam Deus em mercadoria de bom preço. Estão dispostos a pôr o Senhor para trabalhar para você a um custo inicialmente baixo, mas, se feito um balanço, o custo será alto, não apenas financeiro, mas também quanto ao que de mais importante existe na vida – a perda de seu significado.

Outro dia, recebi um e-mail de uma pessoa que freqüenta uma igreja assim, ela estava desiludida, pois já havia gastado tudo o que tinha e nada conseguiu resolver de sua vida. Caiu no conto do “vigário”, desculpem-me, no conto do “pastor”!
A realidade é que as pessoas estão vazias não porque estejam desempregadas, com saldo devedor, com enfermidades, com a perda de um ente querido. Estão vazias porque o buraco dentro de suas vidas é do tamanho exato de Deus, o vazio é a perda de sentido na vida, de objetivo em viver.

Jesus disse “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (João 10.10). Não é porque você entregou a vida a Jesus, que adquiriu a imunidade a vírus, bactérias, morte, perda de emprego, etc. Como nova criatura, você vive, não mais você, mas Cristo vive em você (Gálatas 2.20), ele é quem vai dar significado à sua vida, a visão de mundo agora é outra, os bens são meros acessórios, muitos deles dispensáveis, você vai buscar um estilo simples de viver, por isso é possível dizer “Em tudo dai graças” (I Tessalonicenses 5.18). Uma vida grata é uma vida cheia de sentido.

Texto do teólogo, educador e escritor
Lourenço
Stelio Rega, extraído da Revista Eclésia.

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:: Justificados pela Fé ::


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