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Em
Tiago 5:18 lemos: “E orou outra vez, e o céu deu
chuva, e a terra produziu o seu fruto”. Este texto está
se referindo ao profeta Elias que no verso 17 é citado
como homem sujeito às mesmas paixões que nós.
Elias, de acordo com o comentário da Bíblia de Estudo
Pentecostal, o qual reproduzo a seguir, era um homem que cria
que suas orações a Deus realizariam muita coisa,
inclusive a intervenção divina no curso da natureza.
Ele cria que a oração feita por um justo poderia
mudar as coisas e as circunstâncias. Esta crença
de Elias está espalhada por toda a Bíblia, a qual
mostra Deus agindo em resposta à oração de
seu povo. Em Salmos 34:6, para não citar outros textos,
está escrito: “Clamou este aflito, e o Senhor o ouviu
e o livrou de todas as suas tribulações”.
Devemos tomar cuidado para não aceitar nenhum ensino que
estrague nossa fé quanto ao poder da oração,
levando a Deus a intervir em nossas vidas. Um desses falsos ensinos
é o conceito da “fatalidade”: a noção
pagã afirmando que tudo que fazemos e tudo que nos acontece
é fixado imutavelmente de antemão, muito tempo antes
de sua ocorrência. A crença na fatalidade é
contrária às Escrituras e leva a pessoa a crer que
tanto o bem quanto o mal são absolutamente pré-determinados
e inalteráveis, e que de nada adianta a fervorosa oração
da fé pelo justo.
As Escrituras ensinam que Deus lida com seus filhos, não
através do determinismo absoluto, mas pela providência
divina mediante a qual Ele comunga com os justos e responde suas
orações. Nossas orações e nossa fé
em Deus fazem com que aconteça muita coisa boa que doutra
forma não aconteceriam - Êxodo 32:9-14.
Irmão, ore com fé e creia que Deus é fiel
em ouvir e responder a oração de seus filhos. Lembre-se
que a Bíblia diz que “muito pode em seus efeitos
a oração do justo” - Tiago 5:16.
Extraído
e adaptado da Bíblia de Estudo Pentecostal.